Com a devida vénia, reproduzo uma fresquíssima notícia, vinda a lume no jornal Público, de hoje.
Dinheiro fresco para a General Motors
A Fiat deverá assinar, na próxima terça-feira, um contrato de intenções para assumir uma posição maioritária no capital da Opel, avançou esta manhã o
site da revista Der Spiegel.
O acordo, que poderá envolver o governo germânico, deverá contribuir para ultrapassar os problemas da marca alemã, que tem sido fortemente penalizada pela aguda crise financeira em que está envolvida a casa-mãe, a norte-americana General Motors.
A gestão do grupo Fiat tem procurado, com insistência, um parceiro com quem se aliar. As vendas de 2,2 milhões de veículos por ano (Fiat, Alfa Romeo e Lancia) poderão não ser suficientes para garantir a viabilidade da companhia. E por isso, o negócio com a Opel surgiria como uma importante opção estratégica.
A GM tem estado em conversações com a austríaca Magna Steyr, solução que é vista como a mais favorável pelos trabalhadores, mas o governo de Angela Merkel, sustenta a Der Spiegel, prefere o casamento com a Fiat.
Os trabalhadores temem que a companhia italiana proceda a importantes cortes da força de trabalho e suspeitam que o interesse da Fiat visa essencialmente os fundos que o executivo Merkel pode disponibilizar para apoiar a indústria automóvel. Consideram, por outro lado, que a Magna detém importantes competências na área da inovãção e do desenvolvimento do produto, o que poderia funcionar como uma mais-valia para a Opel.
No caso de avançar o negócio, a Fiat passa a controlar a Opel, com a General Motors a manter uma posição minoritária no capital da construtora automóvel.
Notícia actualizada às 12h45
Saudações alfisti
João de Oliveira Carvalho
Dinheiro fresco para a General Motors
23.04.2009 - 11h43
Por José Manuel Rocha
| Ina Fassbender/Reuters |
| O acordo deverá contribuir para ultrapassar os problemas da marca alemã |
O acordo, que poderá envolver o governo germânico, deverá contribuir para ultrapassar os problemas da marca alemã, que tem sido fortemente penalizada pela aguda crise financeira em que está envolvida a casa-mãe, a norte-americana General Motors.
A gestão do grupo Fiat tem procurado, com insistência, um parceiro com quem se aliar. As vendas de 2,2 milhões de veículos por ano (Fiat, Alfa Romeo e Lancia) poderão não ser suficientes para garantir a viabilidade da companhia. E por isso, o negócio com a Opel surgiria como uma importante opção estratégica.
A GM tem estado em conversações com a austríaca Magna Steyr, solução que é vista como a mais favorável pelos trabalhadores, mas o governo de Angela Merkel, sustenta a Der Spiegel, prefere o casamento com a Fiat.
Os trabalhadores temem que a companhia italiana proceda a importantes cortes da força de trabalho e suspeitam que o interesse da Fiat visa essencialmente os fundos que o executivo Merkel pode disponibilizar para apoiar a indústria automóvel. Consideram, por outro lado, que a Magna detém importantes competências na área da inovãção e do desenvolvimento do produto, o que poderia funcionar como uma mais-valia para a Opel.
No caso de avançar o negócio, a Fiat passa a controlar a Opel, com a General Motors a manter uma posição minoritária no capital da construtora automóvel.
Notícia actualizada às 12h45
Saudações alfisti
João de Oliveira Carvalho


Sócio ARCP nº 96
), para ver se uma vez por todas esta transmissão volte à Alfa!!!